O que é uma Empresa Júnior?

A Brasil Júnior, órgão que representa e orienta o funcionamento das empresas juniores (EJ’s), uma EJ se caracteriza pela união de estudantes de graduação em ensino superior, organizados em uma associação civil com o intuito de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento do país e para a formação de profissionais capacitados e comprometidos com esse objetivo.

Mas, o que isso significa? Calma que já vamos explicar!

Uma empresa júnior é, basicamente, uma organização empresarial gerida por estudantes, que pode contar ou não com o apoio e ajuda de alguns professores. Isso com certeza tem extrema importância, visto que todas as etapas gerenciais e não gerenciais são regidas pelos alunos. Com isso, as pessoas envolvidas nesse ambiente têm total autonomia para redefinirem os rumos da empresa.

O que a empresa júnior pode contribuir para o desenvolvimento do seu membro?
Ela possibilita uma inserção do graduando em um ambiente empresarial, o que possibilita uma visão que difere totalmente do seu curso, como é na Pi Júnior, por exemplo, estudantes de Matemática que tem contato com o empreendedorismo e suas vertentes. Isso é ainda mais valorizado nas empresas juniores de cursos que não tem um caráter empresarial tão forte, por desenvolver cada vez mais empreendedorismo dentro de nossa sociedade.

O empresário júnior tem um papel destacado dentro de suas atribuições na sociedade, visto que ele é um ser de autonomia e que também procura soluções fora do padrão convencional. Além disso, por ainda estar imerso em um universo de aprendizado, pesquisa e mercado, tudo ao mesmo tempo, a empresa propicia ao empresário júnior mais chances de desenvolver um produto ou serviço ainda mais inovador.

Além de seu papel destacado na sociedade, o empresário júnior tem um papel cada vez mais importante dentro da economia dos países que incentivam, e de certa forma fomentam esse tipo de ação. Para se ter uma ideia, dentro do Brasil, em 2015 o faturamento das empresas juniores foi de cerca de 10 milhões de reais.

Por fim, vale destacar que dentro do mercado de trabalho, nas empresas, os alunos que passaram por uma empresa júnior são vistos com bons olhos e muitas vezes têm um tratamento especial em relação aos outros candidatos. Um exemplo muito claro disso é o que ocorre na AMBEV, uma das principais fomentadoras do mercado júnior. Por algumas vezes na empresa é aberto um processo seletivo de trainee apenas para ex-membros de empresas juniores.

Portanto, o movimento empresa júnior é algo grandioso e que vem crescendo cada vez mais. É muito bom ser parte de uma empresa júnior por todo o crescimento pessoal que é dado para os seus membros.

Se você se interessou pelo movimento e deseja saber mais, entre em www.pijunior.com e venha conhecer nossa história e fazer parte desse movimento.

Como é o curso de Matemática ?

Ao sair do ensino médio e se deparar com a realidade de uma universidade, muitos alunos ficam em dúvida sobre qual curso escolher. Alguns não gostam de nenhuma área, outros gostam de mais de certa matéria, mas ficam em dúvida se o curso vai dar dinheiro, e outros gostam de várias matérias e aí fica difícil escolher uma só. É o seu caso?

Se você se identifica com as ciências exatas, mas não conhece como funcionam os cursos, esse texto é para você. Hoje vamos falar um pouco sobre o curso de Matemática. \o/

O curso de Matemática é para ideal para quem gosta de resolver problemas, é curioso e para quem quer saber a origem de todo o conhecimento. Nem sempre o matemático é bom em decorar fórmulas ou fazer cálculos. O matemático gosta mesmo é de encontrar as fórmulas, prová-las ou dizer porque estão erradas.

O curso tem duas modalidades: a Licenciatura e o Bacharelado. Vamos falar o que é cada uma delas.

A Licenciatura em Matemática é um curso para formar professores de matemática para o Ensino Fundamental e Médio. Tem duração média de 4 anos, podendo variar de acordo com a faculdade e turno do curso. Na UFMG, por exemplo, um aluno regular do diurno conclui o curso em 4 anos.

Para poder formar, é necessário que o aluno compreenda aspectos globais de geometria, álgebra e cálculos, tenha noções de física, de programação de computadores. Além disso, o aluno terá disciplinas nas áreas de educação, filosofia e sociologia, além do estágio.

O Bacharelado em Matemática é um curso voltado para aqueles que desejam se tornar pesquisadores ou então, que desejam trabalhar com educação matemática no ensino superior. Quem tem o diploma de bacharel também está apto para trabalhar em instituições financeiras ou em empresas desenvolvendo e aprimorando os processos internos. A duração média do curso é de 4 anos. Para poder obter o diploma, é necessário que o aluno tenha conhecimentos profundos nas áreas matemáticas como álgebra, análise, probabilidades e geometria. Além disso também é esperado que após a conclusão, o aluno possua conhecimentos básicos de física e programação de computadores.

Algumas ideias podem estar se formando na sua cabeça agora, por exemplo, “se eu cursar bacharelado, eu nunca poderei dar aula? ” ou “se eu cursar licenciatura, eu nunca poderei trabalhar com pesquisa?”. Então, as faculdades em geral, não tem grandes barreiras para que um aluno de uma modalidade faça atividades da outra. Além disso é possível fazer uma formação continuada, que se gasta menos tempo, para obter a formação na outra modalidade.

Além disso vale relembrar que esse texto trata apenas do que está escrito nas cartilhas dos cursos de matemática. Talvez, você venha se especializar em outras áreas ao longo do curso e vá trabalhar em uma área que não citamos. Isso é legal também!

É claro que cada caso é um caso, essas dicas são bem gerais. Se você quiser tirar alguma dúvida mais específica, entre em contato conosco, vamos adorar solucionar seus problemas!

A Teoria de Resposta ao Item

Logo após o ENEM, muitos alunos saem comparando as suas questões, corrigindo através de gabaritos lançados em sites de cursinhos, para tentar de alguma forma projetar a sua nota. Porém isso não é garantido que, com um número de acertos X, o aluno irá tirar uma nota Y. Isso se deve à teoria de resposta ao item (TRI), complexo sistema de cálculo de notas utilizado pelo ENEM.

Uma situação comum é quando dois alunos têm um número de acertos igual ou semelhante, mas mesmo assim apresentam notas completamente discrepantes. Vamos entender por que isso acontece.

A TRI é um sistema de cálculo de notas também utilizados por diversos sistemas de provas em todo o mundo. Vale ressaltar que não se dá no mesmo formato, mas a ideia da TRI é a mesma de outros exames, de proporções nacionais, em outros países.

A TRI calcula a nota de acordo com o nível de dificuldade de cada questão, e também de acordo com a coerência de acertos das questões de cada aluno. Elas são divididas em três níveis: fácil, médio e difícil. Mas, ao contrário do que se pensa, elas não são simplesmente classificadas por uma banca de avaliadores que escolhem em qual cada uma estará. As questões são testadas e aplicadas em diversas escolas de todo o Brasil, para verificar se a questão é válida ou não. Por exemplo aquelas que todos os alunos acertam, devem ser descartadas. Após isso, é feito todo um tratamento estatístico e matemático sobre a questão, para determinar exatamente em qual nível de dificuldade a questão se encontra. Somente após esse processo a questão é enviada ao BNI (Banco Nacional de Itens), e a partir daí são retiradas para a prova do ENEM.

A coerência é determinada pelos acertos do aluno em cada nível de dificuldade. Em uma prova convencional, sem o tratamento da TRI, o comum seria: as questões com maior nível de dificuldade valeriam mais pontos, independentemente dos acertos das questões de nível fácil e médio.

No ENEM, esse número de acertos é levado em consideração. E o que isso significa? Suponha dois alunos, um acerta 4 questões fáceis e 2 médias, e o outro, acerta 1 questão fácil e 6 questões difíceis. Pela TRI, o aluno com menos acertos, terá uma nota maior que o outro por possuir uma coerência em seus acertos. Para a TRI fica interpretado que o outro estudante chutou as respostas, e, portanto, elas perdem peso na hora da contagem de pontos.

Entendido como funciona o TRI, vale desmistificar algumas ideias que surgem após a leitura desse texto.

Como as questões do ENEM não vem ordenadas por nível de dificuldade, as pessoas tentam identificar quais são as fáceis para poder garantir mais pontos. Isso não vale a pena, pois será gasto muito tempo de prova e não é certeza que a sua avaliação sobre o nível de cada questão estará correta.

Outro mito que surge na cabeça das pessoas, é sobre deixar uma questão em branco por não saber a resposta e pensar que um erro irá desvalorizar outras questões ou então que se ele errar uma fácil e acertar essa difícil ele ganhará menos pontos. Isso é uma ideia muito errada, pois uma questão em branco é considerada erro. Então se você acertar uma questão por chute, é melhor ganhar menos pontos do que tirar zero nessa questão.

Como podemos concluir, as notas do ENEM são baseadas em uma forma coerente de correção e, mesmo sabendo disso, todos àqueles que farão a prova devem ter a consciência de que, não adianta procurar questões fáceis e difíceis. O conselho que te damos é: faça a prova com todo o seu conhecimento, não gaste tempo quebrando a cabeça em questões que você está com dificuldade, pule-as e, após finalizar as outras questões, retorne e “quebre a sua cabeça”!

A Pi Jr. te deseja sucesso nessa etapa tão importante e esperada. E, para se preparar cada vez mais, acompanhe os resumos de Matemática na nossa página!